Tecnologias da Informação — 136 questão(ões)
#578
ME
Dif. 2
(FCC – 2019 – SEFAZ-BA – Auditor Fiscal – Administração Tributária – Prova II) Em um banco de dados aberto e em condições ideais há uma tabela chamada Contribuinte, cuja chave primária é idContribuinte. Há também uma tabela chamada Imposto, cuja chave primária é idImposto. Para criar uma tabela de associação chamada Contribuinte_Imposto, cuja chave primária é composta pelos campos idContribuinte e idImposto, que são chaves estrangeiras resultantes da relação dessa tabela com as tabelas Contribuinte e Imposto, utiliza-se a instrução SQL:
- A) CREATE TABLE Contribuinte_Imposto(idContribuinte INT, idImposto INT, PRIMARY KEY (idContribuinte), FOREIGN KEY (idContribuinte) REFERENCES Contribuinte (idContribuinte), PRIMARY KEY (idImposto), FOREIGN KEY (idContribuinte) REFERENCES Contribuinte (idContribuinte));
- B) CREATE TABLE Contribuinte_Imposto(idContribuinte INT NOT NULL, idImposto INT NOT NULL, PRIMARY KEY (idContribuinte, idImposto), CONSTRAINT fk1 FOREIGN KEY (idContribuinte) REFERENCES Contribuinte (idContribuinte), CONSTRAINT fk2 FOREIGN KEY (idImposto) REFERENCES Imposto (idImposto));
- C) CREATE TABLE Contribuinte_Imposto(idContribuinte INT NOT NULL, idImposto INT NOT NULL, PRIMARY KEY (idContribuinte, idImposto), FOREIGN KEY (idContribuinte) SOURCE Contribuinte (idContribuinte), FOREIGN KEY (idImposto) SOURCE Imposto (idImposto));
- D) CREATE TABLE Contribuinte_Imposto(idContribuinte INT NOT NULL, idImposto INT NOT NULL, PRIMARY KEY (idContribuinte, idImposto), FOREIGN KEY (idContribuinte, idImposto) REFERENCES (Contribuinte.idContribuinte, Imposto.idImposto));
- E) CREATE TABLE Contribuinte_Imposto(idContribuinte INT NOT NULL, idImposto INT NOT NULL, PRIMARY KEY (idContribuinte, idImposto), FOREIGN KEY (idContribuinte, idImposto) REFERENCES all parents);
#577
ME
Dif. 2
(FCC – 2020 – AL-AP – Analista Legislativo – Desenvolvedor de Sistemas) Um auditor está checando práticas de aplicação de desconto comercial para clientes, executando consultas em SQL (Structured Query Language) nos bancos de dados digitais de uma empresa, para validar se os cálculos e regras de autorização estabelecidas pelo negócio estão sendo cumpridos. É correto afirmar que o uso de SQL em auditoria corresponde à aplicação de
- A) uma linguagem de programação orientada a objetos que funciona integrada ao sistema gerenciador de bancos de dados e permite simular operações.
- B) um software de auditoria especializado que permite, entre outras coisas, a simulação das funções do software auditado e seu banco de dados.
- C) uma linguagem de programação declarativa que funciona integrada ao sistema gerenciador de bancos de dados e permite consultar dados, entre outras operações.
- D) um sistema de segurança computacional que permite coletar dados, analisá-los e realizar medidas protetivas contra práticas incorretas de operação.
- E) um software de aplicação de usuário final, operado com a finalidade de realizar registros de atividades transacionais do dia a dia da empresa.
#576
ME
Dif. 2
(FCC – 2019 – TJ-MA – Técnico Judiciário – Técnico em Informática – Software) Ter um campo calculado em uma tabela, ou seja, um campo que é resultante de cálculo com valores de outros campos, viola direta e principalmente a
- A) primeira forma normal (1FN).
- B) quarta forma normal (4FN).
- C) terceira forma normal (3FN).
- D) quinta forma normal (5FN).
- E) segunda forma normal (2FN).
#575
ME
Dif. 2
(FCC – 2019 – TJ-MA – Analista Judiciário – Analista de Sistemas – Desenvolvimento) Uma entidade de ligação possui uma chave primária composta pelos atributos que são chaves primárias nas entidades ligadas a ela. A verificação para saber se os atributos não chave são dependentes total ou parcialmente da chave primária composta, com o objetivo de eliminar as dependências funcionais parciais, é feita na
- A) 5FN
- B) 4FN
- C) 3FN
- D) 1FN
- E) 2FN
#574
ME
Dif. 2
(FCC – 2019 – TRF – 3ª REGIÃO – Técnico Judiciário – Informática) Em Normalização, a Dependência Funcional (DF) se caracteriza quando
- A) para saber o valor de um atributo DF, basta saber o valor de qualquer um dos atributos pertencentes à chave composta.
- B) tem-se mais de um atributo na chave, portanto chave composta, descrevendo a mesma entidade (ou objeto).
- C) para saber o valor de um atributo DF, não chave, basta conhecer o valor do atributo chave.
- D) o atributo chave é, obrigatoriamente, composto por dois ou mais atributos e fica implícito que cada atributo parte da chave é DF de cada um dos demais atributos componentes dessa chave.
- E) o atributo chave é, obrigatoriamente, composto por dois ou mais atributos e fica implícito que a chave toda, todos os seus atributos componentes, é DF de cada atributo isolado que compõe essa mesma chave.
#573
ME
Dif. 2
(FCC – 2019 – TRF – 3ª REGIÃO – Técnico Judiciário – Informática) Considere a relação representativa de uma Nota Fiscal. Ela possui um número (único – não pode se repetir), uma data, nome do vendedor, dados do cliente (CPF, nome, endereço, celular) e um conjunto de linhas correspondentes aos produtos que o cliente comprou. Cada linha contém: código do produto, nome do produto, preço do produto, quantidade comprada e preço do item (preço do produto × quantidade comprada). Ao aplicar a 1ª Forma Normal,
- A) a relação derivada será uma tabela de produtos.
- B) existirão tantas relações quantas forem as linhas que se repetem.
- C) existirão tantas relações quantos forem os itens componentes dos produtos.
- D) cada relação derivada terá, obrigatoriamente, chave composta.
- E) existirão duas relações derivadas que são: produtos e vendedores.
#572
ME
Dif. 2
(FCC – 2020 – AL-AP – Analista Legislativo – Desenvolvedor de Sistemas) Durante o projeto de uma base de dados relacional, após o processo de normalização ter iniciado, se uma relação apresenta chave primária composta, é correto garantir que esta relação está na
- A) 1ª Forma Normal.
- B) 2ª Forma Normal.
- C) 3ª Forma Normal.
- D) Forma Normal de Boyce-Codd.
- E) 4ª Forma Normal.
#571
ME
Dif. 2
(FCC – 2019 – SEFAZ-BA – Auditor Fiscal – Tecnologia da Informação – Prova II) O modelo de dados fictícios ilustrado mostra a relação lógica entre duas entidades em um banco de dados: Contribuinte e Imposto.
Um Auditor Fiscal da área de Tecnologia da Informação precisa implementar, em um Sistema Gerenciador de Banco de Dados relacional, um conjunto de tabelas a partir da observação do modelo abaixo. Será necessário incluir um atributo aliquotaImposto, considerando que cada imposto pode ter alíquotas diferentes, dependendo do contribuinte, e que cada contribuinte pode pagar alíquotas diferentes, dependendo do imposto. O campo aliquotaImposto deverá ser incluído:
Um Auditor Fiscal da área de Tecnologia da Informação precisa implementar, em um Sistema Gerenciador de Banco de Dados relacional, um conjunto de tabelas a partir da observação do modelo abaixo. Será necessário incluir um atributo aliquotaImposto, considerando que cada imposto pode ter alíquotas diferentes, dependendo do contribuinte, e que cada contribuinte pode pagar alíquotas diferentes, dependendo do imposto. O campo aliquotaImposto deverá ser incluído:
- A) na tabela Imposto como um campo comum.
- B) como parte da chave primária em uma tabela de ligação que deverá ser criada entre as tabelas Imposto e Contribuinte.
- C) na tabela Contribuinte como um campo comum.
- D) como um campo comum em uma tabela de associação que deverá ser criada entre as tabelas Contribuinte e Imposto.
- E) na tabela Contribuinte como parte da chave primária.
#570
ME
Dif. 2
(FCC – 2019 – SANASA Campinas – Analista de Tecnologia da Informação – Suporte de DBA – Banco de Dados)
Um Analista de TI, no papel de DBA, costuma utilizar um mecanismo de autorização discricionário para especificar privilégios em um banco de dados relacional funcionando em condições ideais. Ele descreveu assim uma situação em que este mecanismo se aplica:
Um proprietário A de uma tabela T quer que uma outra conta B seja capaz de recuperar apenas alguns campos de T; então A pode criar um mecanismo M de T que inclua apenas aqueles atributos e, então, conceder SELECT em M para B. O mesmo se aplica para limitar B a recuperar apenas certas tuplas de T; um mecanismo M′ pode ser criado pela definição de M por meio de uma consulta que selecione apenas aquelas tuplas de T que A deseja permitir que B acesse.
O mecanismo referenciado pela situação descrita refere-se, corretamente, a:
Um Analista de TI, no papel de DBA, costuma utilizar um mecanismo de autorização discricionário para especificar privilégios em um banco de dados relacional funcionando em condições ideais. Ele descreveu assim uma situação em que este mecanismo se aplica:
Um proprietário A de uma tabela T quer que uma outra conta B seja capaz de recuperar apenas alguns campos de T; então A pode criar um mecanismo M de T que inclua apenas aqueles atributos e, então, conceder SELECT em M para B. O mesmo se aplica para limitar B a recuperar apenas certas tuplas de T; um mecanismo M′ pode ser criado pela definição de M por meio de uma consulta que selecione apenas aquelas tuplas de T que A deseja permitir que B acesse.
O mecanismo referenciado pela situação descrita refere-se, corretamente, a:
- A) GRANT.
- B) visão.
- C) esquema.
- D) REVOKE.
- E) polinstanciação.
#569
ME
Dif. 2
(FCC – 2019 – SANASA Campinas – Analista de Tecnologia da Informação – Suporte de DBA – Banco de Dados) Considere que não há nenhum registro cadastrado além dos mostrados nas tabelas acima.
O modelo relacional deriva da teoria de conjuntos e é usado para indicar, por meio de um conjunto de regras e propriedades, como as tabelas se relacionam em um banco de dados. No modelo apresentado, o relacionamento entre as tabelas:
O modelo relacional deriva da teoria de conjuntos e é usado para indicar, por meio de um conjunto de regras e propriedades, como as tabelas se relacionam em um banco de dados. No modelo apresentado, o relacionamento entre as tabelas:
- A) Fatura e ItemFatura é do tipo identificado (Identifying).
- B) Fatura e ItemFatura viola as regras de integridade referencial.
- C) Fatura e ItemFatura é do tipo não identificado (Non-Identifying).
- D) Consumidor e Fatura não usa notação Crow’s Foot.
- E) Consumidor e Fatura é do tipo identificado (Identifying).
#568
ME
Dif. 2
(FCC – 2019 – METRÔ-SP – Analista Desenvolvimento Gestão Júnior – Ciências da Computação) Considere que, em um banco de dados relacional, funcionando em condições ideais, existam as tabelas a seguir, nas quais há pelo menos os registros indicados nelas inseridos e a chave primária corresponde ao campo sublinhado. Sem considerar questões de sintaxe, a operação “Deletar da tabela EMPREGADO a tupla com CPF = 999887777”
- A) incorrerá no mesmo tipo de violação que a operação “Deletar da tabela TRABALHA_EM a tupla com CPF = 999887777”.
- B) obrigatoriamente implicará na modificação de valores de atributos envolvidos em outras tabelas, os quais deverão passar a ter valor null.
- C) implicará na remoção automática da tabela TRABALHA_EM.
- D) resultará em violação de integridade referencial, implicando que alguma operação associada seja realizada.
- E) incorrerá no mesmo tipo de violação que a operação “Deletar da tabela DEPENDENTE a tupla com CPF = 888665555”.
#567
ME
Dif. 2
(FCC – 2019 – METRÔ-SP – Analista Desenvolvimento Gestão Júnior – Ciências da Computação) Considere que, em um banco de dados relacional, funcionando em condições ideais, existam as tabelas a seguir, nas quais há pelo menos os registros indicados nelas inseridos e a chave primária corresponde ao campo sublinhado.
Sem considerar questões de sintaxe, a operação:
Sem considerar questões de sintaxe, a operação:
- A) “Alterar na tabela EMPREGADO o SALÁRIO da tupla com CPF = 999887777 para 5800,00” implicará em violação de integridade referencial.
- B) “Inserir na tabela EMPREGADO ‘Ana Souzir’, 666553333, 28-07-1975, ‘Rua Acre, 203 Americana/SP’, null, 4120,00” não implica em violações.
- C) “Inserir na tabela EMPREGADO ‘Pedro Kolon’, 888665555, 15-03-1991, ‘Rua Corona, 915 Campinas/SP’, ‘MASC’, 3450,00” não implica em violações.
- D) “Inserir na tabela EMPREGADO ‘Maria Touring’, null, 09-01-1989, ‘Rua Major Solon, 283 Campinas/SP’, ‘FEM’, 3290,00” não implica em violações.
- E) “Alterar na tabela EMPREGADO o GÊNERO da tupla com CPF = 999887777 para MASC” implicará em violação de integridade referencial.
#566
ME
Dif. 2
(FCC – 2019 – SANASA Campinas – Analista de Tecnologia da Informação – Análise e Desenvolvimento) Em um Modelo Entidade-Relacionamento – MER, a Entidade Ent1 relaciona-se com a entidade Ent2 em cardinalidade n:m e com a entidade Ent3 em cardinalidade 1:n, onde o lado n é a entidade Ent3.
- A) Ent1 e Ent2. Ent1 deve conter uma chave estrangeira (FK) que é a PK de Ent3.
- B) Ent1 e Ent2. Ent3 deve conter uma chave estrangeira (FK) que é a PK de Ent1.
- C) Ent1 e Ent3. Ent2 deve conter uma chave estrangeira (FK) que é a PK de Ent3.
- D) Ent2 e Ent3. Ent1 deve conter uma chave estrangeira (FK) que é a PK de Ent2.
- E) Ent2 e Ent3. Ent2 deve conter uma chave estrangeira (FK) que é a PK de Ent1.
#565
ME
Dif. 2
(FCC – 2018 – DPE-AM – Analista em Gestão Especializado de Defensoria – Analista de Banco de Dados) Dentre os diversos tipos de bancos de dados, existe o denominado bancos de dados objeto-relacionais, que tem como fundamento a
- A) duplicação das tabelas componentes de um banco de dados originalmente relacional.
- B) incorporação de características e recursos da orientação a objetos nos bancos de dados originalmente relacionais.
- C) eliminação do conceito de atributos, existente nos bancos de dados originalmente relacionais.
- D) transformação de todas as tabelas de um banco de dados originalmente relacional em uma única classe da orientação a objetos.
- E) substituição do conceito representado pelas propriedades ACID pelo teorema CAP.
#564
ME
Dif. 2
(FCC – 2018 – SABESP – Técnico em Gestão 01 – Informática) Considere que cada conta de água possui um identificador único e indivisível (IdConta) e é paga por um único cliente da SABESP (IdCliente). Como cada cliente pode ter vários imóveis em regiões diferentes da cidade, poderá ter que pagar diversas contas de água, uma para cada imóvel que possui. Para construir um Modelo Entidade-Relacionamento que retrate essas condições, um Técnico deverá considerar, corretamente, que
- A) se a entidade Cliente tiver um campo Endereço ele será um atributo simples.
- B) a relação entre Cliente e Conta é n:n.
- C) se a entidade Conta tiver um atributo ValorTotal ele será um atributo multivalorado.
- D) a relação entre Cliente e Conta é 1:n.
- E) será necessária uma entidade associativa entre Cliente e Conta.
#562
ME
Dif. 2
Enunciado: (FCC – 2018 – SEFAZ-SC – Auditor-Fiscal da Receita Estadual – Tecnologia da Informação – Prova 3)
Atenção: Para responder à questão, considere o seguinte caso hipotético.
Uma adequada modelagem de dados é necessária antes da construção dos bancos de dados para que estes sejam suficientemente consistentes enquanto fontes de consulta pela fiscalização.
Um modelo de dados-exemplo para atender o controle de arrecadação tributária contém:
Atenção: Para responder à questão, considere o seguinte caso hipotético.
Uma adequada modelagem de dados é necessária antes da construção dos bancos de dados para que estes sejam suficientemente consistentes enquanto fontes de consulta pela fiscalização.
Um modelo de dados-exemplo para atender o controle de arrecadação tributária contém:
- A) Agregação, porque o relacionamento entre Contribuinte e Arrecadação se caracteriza como entidade associativa que irá, por sua vez, relacionar-se com instâncias correspondentes a outras parcelas de arrecadação.
- B) Auto relacionamento da entidade Arrecadação, no caso de associação entre parcelas do mesmo tributo.
- C) Contribuinte como Entidade Fraca de Arrecadação, porque esta última é quem determina a existência, ou não, da primeira.
- D) Herança não exclusiva, porque alguma instância da superclasse Contribuinte pode ou não estar associada a uma instância correspondente de Arrecadação.
- E) Generalização/Especialização total, porque toda instância da superclasse Contribuinte precisa estar associada a uma instância correspondente de suas subclasses (física ou jurídica).
#561
ME
Dif. 2
(FCC – 2018 – SABESP) Considere, por hipótese, que na SABESP exista uma tabela TABSP de um banco de dados relacional denominado BDSABESP. A chave primária da tabela TABSP
- A) é um campo opcional, mesmo que esta tabela tenha relacionamentos com outras tabelas do banco de dados BDSABESP.
- B) se for simples, deve ser formada por um único campo da tabela TABSP, sendo que este campo deve ter valor único, sem repetições e não pode ser nulo.
- C) se for composta, deve ser formada por pelo menos três campos, que podem ter valores repetidos ou nulos.
- D) é um campo que deve existir em todas as outras tabelas do banco de dados BDSABESP e seu valor inicial deve ser nulo, ou seja, deve ser definida como SET NULL.
- E) é o campo cujo nome padrão é definido como TABSP_PK.
#560
ME
Dif. 2
Enunciado: (FCC – 2019 – TRF – 4ª REGIÃO) Gerusa está revisando um Modelo Entidade-Relacionamento e observa que:
– EntA relaciona-se com múltiplas instâncias de EntB.
– EntB relaciona-se com múltiplas instâncias de EntC.
– EntC relaciona-se com uma única instância de EntB.
– EntB relaciona-se com múltiplas instâncias de EntA.
Para atender ao requisito: dada uma determinada instância de EntA, qual a instância de EntC que a ela corresponde, Gerusa deverá
– EntA relaciona-se com múltiplas instâncias de EntB.
– EntB relaciona-se com múltiplas instâncias de EntC.
– EntC relaciona-se com uma única instância de EntB.
– EntB relaciona-se com múltiplas instâncias de EntA.
Para atender ao requisito: dada uma determinada instância de EntA, qual a instância de EntC que a ela corresponde, Gerusa deverá
- A) inverter as cardinalidades entre EntB e EntC.
- B) transformar o relacionamento entre EntB e EntC em muitos-para-muitos.
- C) criar uma EntD associada em n:m com EntA, mas em 1:n com EntC.
- D) deixar o modelo como está porque ele atende ao requisito.
- E) estabelecer um relacionamento entre EntA e EntC.
#559
ME
Dif. 2
(FCC – 2019 – TRF – 4ª REGIÃO) Considere, por hipótese, que um processo trabalhista envolve duas partes, o empregado e o empregador, representadas respectivamente por seus advogados. Cada parte pode ter mais que um advogado no processo, e pode indicar várias testemunhas. Cada advogado, por sua vez, pode representar diversos empregados e empregadores no mesmo período de tempo. Há ainda processos coletivos em que diversos empregados movem um processo contra um único empregador e ainda há casos em que um empregado move processos diferentes contra diversos empregadores. Na apreciação das ações trabalhistas há sempre um único juiz de direito para conduzir cada processo, tendo este uma meta de trabalho de pelo menos 1000 processos por ano. A relação entre
- A) empregado e processo é 1:n.
- B) juiz e processo é 1:n.
- C) empregador e advogado é 1:n.
- D) juiz e processo é 1:1.
- E) empregado e empregador é 1:1.
#558
ME
Dif. 2
(FCC - 2019 - SANASA Campinas - Analista de Tecnologia da Informação - Suporte de DBA - Banco de Dados) Considere que um Analista da SANASA está criando um modelo ER para um banco de dados relacional usando a notação Crow’s Foot. Há duas tabelas denominadas TabEstação e TabTratamento. O Analista constatou que muitos campos de TabEstação estão associados a vários campos de TabTratamento, ou seja, as tabelas têm uma relação (M:N). Nessa situação:
- A) é possível implementar diretamente esse tipo de relação em qualquer banco de dados relacional.
- B) o símbolo que expressa a relação entre as duas tabelas é indicado na figura 1.
- C) deve-se criar uma tabela de ligação TabLig e ajustar o modelo ER: figura 2
- D) o símbolo que expressa a relação entre as duas tabelas é o indicado na imagem associada para resolução da questão figura 3.
- E) deve-se definir qual tabela da relação tem que existir para que a outra exista; o lado obrigatório deve ficar marcado com um círculo sobre a linha de ligação.